Consumindo o próprio corpo

Fonte da imagem: http://posgrad2013.fabiocaparica.com/b002/2013/11/17/agregando-valores/

Numa cultura como a nossa, amplamente motivada pela produção e consumo de bens, o corpo humano pode se tornar mais um bem a ser consumido.

É muito comum encontrar pessoas fisicamente debilitadas devido ao excessos, principalmente excesso de trabalho. Quando o trabalho se resume à produção de bens e renda, e o descanso se limita ao consumo destes bens e renda, somos tentados a consumir inclusive o nosso próprio organismo.

Fonte: http://www.google.com.br/url?sa=i&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0CAgQjRw&url=http%3A%2F%2Feconrules.com%2F%3Fpage_id%3D956&ei=l5omVYiZCceIsQTJuIHIDg&psig=AFQjCNGLIf3CxfenqDfYv6-xTFvelOTWFQ&ust=1428679703297759O corpo humano é abusado tanto para produzir quanto para consumir. Em prol de uma elevada performance de produção nós somos impelidos a trabalhar muitas horas por dia, assumir compromissos demais, lidar com um nível elevado de estresse e ter a agenda sempre lotada. E na busca de compensar tal pressão somos convidados a consumir alimentos deliciosos (porém nocivos), mergulhar no mundo digital adquirindo máquinas mais rápidas e interativas (alienando-se do mundo real), sacrificar uma boa parte do nosso dinheiro colocando mais um carro (caro) no congestionamento, isso tudo sem ter tempo para mais nada. E nesta lógica a debilidade física decorrente deste estilo de vida pode até ser mais um propulsor do status social, numa sociedade marcada pelo consumo. Porém o corpo humano não é um bem de consumo e não funciona como tal.

Disse o filósofo certa vez: “Penso logo existo”, numa tentativa de caracterizar a existência. Talvez hoje a conclusão seria algo como: “Tenho, logo existo”.

Fonte: http://www.dgdesignnetwork.com.au/dgdn/wp-content/images/DGmagazine129/eulda07_best_of-1.jpgTodos os sistemas do nosso corpo são desenhados para buscar o equilíbrio. Exigir do organismo uma alta performance, sem lhe dar os recursos necessários para tal, faz com que, em termos gerais, o corpo consuma a si mesmo ao invés de consumir os recursos que lhe deveriam ser fornecidos. E este desequilíbrio no seu grau mais elevado caracteriza a morte.

Além do mais, cuidar da saúde também não tem nada a ver com consumo de substâncias que prometem elevar o desempenho do organismo milagrosamente ou combater debilidades de forma instantânea. Uma boa saúde tem muito mais a ver com a busca diária de estabilidade física, com equilíbrio entre gasto e reposição dos elementos necessários à vida, entre estes: boa alimentação, atividade física regular, segurança, descanso, convívio familiar, espiritual, social e tantos outros.

Existe vida além do consumo! Não consuma seu próprio corpo na ânsia de manter girando a “roda viva” que nossa cultura consumista propõe (ou impõe).

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Entendendo a “dor ciática”

Com certeza você ou algum familiar seu já se queixou da famosa “dor no ciático”… (Ciatalgia)

Pois então assista ao vídeo e saiba como e onde se origina esta dor tão comum e incômoda.

E para prevenir ou tratar este tipo de problema, faça Quiropraxia!

 

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Desgaste do disco e nutrição: qual a relação?

discos degeneradosA saúde da coluna vertebral reflete na saúde de todo o organismo, e uma alimentação saudável contribui para controlar a dor lombar relacionada à doença degenerativa discal (popularmente conhecida como “desgaste”). São elementares para a saúde dos discos:

– boa hidratação;
– oxigenação;

Para hidratar e oxigenar os discos da coluna, alguns pequenos hábitos são importantes, tais como:

– Beber alguns goles d’água várias vezes ao longo do dia, mesmo sem ter sede. A sede é um sinal de que o organismo já está desidratando;

– Tomar água antes e depois do exercício físico é fundamental;

– Reduzir o consumo de cafeína, que está presente no café, em alguns chás e refrigerantes;

– O consumo de bebidas alcoólicas também deve ser minimizado. O álcool não apenas reduz a hidratação, como também é um depressor, que pode levar a um ciclo de consequências nocivas ao organismo;

– O hábito de fumar – ou qualquer forma de consumo de nicotina – precisa ser eliminado, porque isto interfere na nutrição dos discos intervertebrais ao dificultar a oxigenação necessária para mantê-los saudáveis.

O bom alinhamento da coluna também é fundamental para minimizar o desgaste e suas consequências. Não deixe de consultar o quiropraxista!


Baseado em: http://www.spine-health.com/conditions/degenerative-disc-disease/step-three-ddd-management-improve-nutrition

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A indústria da doença e o mercado da $aúde

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Incrível a ignorância como é tratada a questão da saúde no Brasil. Na reportagem do #Fantástico ontem a noite, sobre as superbactérias, ficou evidente a negligência da população (e talvez dos próprios profissionais da saúde) quanto às capacidades e o potencial do corpo humano. 

Nosso organismo é praticamente uma máquina de matar vírus e bactérias. Desde que lhe sejam fornecidas a munição necessária, ele extermina os agentes nocivos que tentam atacá-lo.

Considerar que o nosso corpo é uma vítima dos vírus e bactérias é inverter a natureza. Na verdade os vírus e bactérias deveriam ser consideradas as vítimas do nosso organismo. Elas são muito mais frágeis que um organismo humano saudável.

O uso indiscriminado de antibióticos é fruto deste tipo de pensamento: durante a reportagem em nenhum momento foi citada a importância de uma alimentação saudável, de exercício físico, de descanso e da alegria, que são elementos básicos para que o corpo se arme e aniquile os invasores.

Nosso organismo é projetado e preparado para funcionar em ambientes repletos de vírus e bactérias, até porque o mundo não é um ambiente estéril! Muito pelo contrário, ele é repleto de vida, das mais variadas formas! Considerar o organismo humano como uma máquina morta e indefesa, que depende de medicamentos e da esterilização do ambiente para se manter funcionando é uma ilusão que só leva as pessoas a ficarem ansiosas, desenvolverem paranoias e ficarem cada vez mais vulneráveis a estes agentes nocivos. Leia o resto deste post »

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Estudo traça mapa das dores no país (Jornal Hoje – 01/02/2014)

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Oitenta por cento dos entrevistados tem uma dor ou se lembra de uma. A dor mais comum é a de cabeça.

Pesquisa inédita da Mundipharma traçou um mapa das dores no Brasil. O mapeamento, feito em todo o país, mostra que 80% dos brasileiros tem uma dor ou se lembra de uma. As dores de cabeça são as mais frequentes.

Difícil encontrar alguém que nunca sentiu dor, uma pontada na cabeça, cólicas abdominais, um incomodo na lombar. Metade das pessoas ouvidas na pesquisa contou que fica desmotivada por causa da dor e algumas até com depressão.

Além do impacto social, a dor tem também consequências econômicas, e não são só os gatos com remédios. Um terço dos entrevistados relatou que a produtividade no trabalho cai.

Entre os entrevistados, 13,5% relataram intensidade moderada de uma dor que se repete com frequencia. As mulheres relataram mais dores (31%) do que os homens (21%).

O levantamento mostrou também que a dor de cabeça é a mais frequente, atingindo 80% dos brasileiros. Em seguida, aparecem as dores abdominais (54%) e as musculares (39%).

Para surpresa de muita gente, o quarto tipo de dor é a psicológica (34%). Foram os homens que mais relataram a dor dos sentimentos: 58%, contra 42% de mulheres.

Segundo a médica Maria Del Pilar Estevez explica que sentir dor não é normal. Ela é um sintoma, pode ser aguda, decorrente de um esforço, uma batida, ou sintoma de uma doença. Por isso, quando ela causa desconforto ou é persistente, é preciso procurar um médico para fazer o diagnóstico.

Porém, não é isso que os brasileiros fazem. “Essa pesquisa mostrou que apenas 30% das pessoas procuram um médico quando tem dor. A maioria das pessoas conversa com familiares ou farmacêuticos. Você pode estar perdendo a oportunidade de fazer o diagnóstico da causa e, portanto, não ter o tratamento correto“, alerta a médica.

A pesquisa apontou ainda que 46% dos brasileiros já deixaram de sair de casa por conta da dor.

Notícia veiculada em http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/02/estudo-traca-mapa-das-dores-no-pais.html
 

Observação do quiropraxista: A boa notícia é que uma boa parte das dores de cabeça pode ser tratada e prevenida com Quiropraxia, sem uso de medicamentos! Agende sua avaliação!

 

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14 mil na fila de ortopedia – ZH, 21/01/14

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Comentário do quiropraxista:

Na reportagem ficam evidentes problemas típicos do 3º mundo. Uma pena que no Brasil o processo de regulamentação da Quiropraxia esteja engatinhando vagarosamente. Desta enorme fila de espera é certo que uma boa percentagem das pessoas que sofrem por meses e até anos com a dor teriam atendimento rápido e eficaz se houvessem (mais) quiropraxistas atendendo pelo SUS. Mas a melhora deste problema depende muito da regulamentação da profissão de quiropraxista pelo governo brasileiro, ainda pouco conhecida no Brasil, mas figurando entre as 3 maiores profissões da área da saúde em países de primeiro mundo.

Alguns problemas não são culpa apenas do governo em si. A própria população erra ao procurar atendimento médico apenas durante crises de dor ou quando o problema já está agravado. O foco na prevenção é uma das chaves para desatar o nó da saúde no Brasil, que tem uma cultura de saúde muito curativa e pouco preventiva.

Outro problema que não está nas mãos do governo é a utopia do “médico rico”. Se recusar a trabalhar por um salário de 10 mil e exigir o dobro disso cria uma situação insustentável para o governo e para a sociedade. Um salário desse tamanho é incompatível com a realidade social do povo brasileiro. Ficar rico “mamando nas tetas do governo” soa mais a oportunismo do que a necessidade. Bem conhecemos essa tendência no meio político, e no meio médico tal comportamento tem se tornado cada vez mais evidente.

Por fim, a culpa do governo. Quando o foco fica na criação de mais hospitais e emergências (que geram votos), sem dar atenção à devida educação em saúde para a prevenção de doenças, melhora da qualidade de vida e incentivo à autonomia do cidadão, os custos são multiplicados! Isto já se sabe e se comprova cientificamente em diversos países desenvolvidos. Além do mais, os parâmetros para definir o que é um bom atendimento estão totalmente deturpados! Não se pode considerar bom que um único cidadão sequer precise esperar  mais do que 30 dias por uma consulta! O atendimento precisa ser humanizado! Não é nada bom esperar com dor! Quanto mais 20% das pessoas esperando por 30 dias!

A proposta da quiropraxia é diferente já desde sua concepção a respeito do tema “saúde”, que não deveria ser vista apenas como ausência da doença, mas como uma condição em que o indivíduo se faz apto a exercer todo seu potencial biopsicossocial em um ambiente que lhe oportunize bem estar e conforto, de forma autônoma e consciente.

ZH2 ZH3 

Link para a notícia: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2014/01/professora-fica-quatro-anos-a-espera-de-consulta-com-ortopedista-4397288.html#cxrecs_s

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Revista SPINE recomenda ajustes de manutenção para prevenção da dor lombar

A revista científica SPINE (SPINE Journal), uma das principais revistas científicas da área da saúde no mundo, recomenda enfaticamente que a manutenção com ajustes quiropráticos podem prevenir episódios futuros de dor na coluna lombar. Este estudo que pode vir a ser um marco importante no que se refere à prática da Quiropraxia.

O estudo foi realizado com sessenta pacientes com dor lombar persistente há pelo menos 6 meses, os quais foram sorteados em grupos que receberam tratamento quiroprático numa determinada frequência para cada grupo. Foram avaliados índices de dor e incapacidade para as atividades da vida diária, condição física e a satisfação dos pacientes com o tratamento recebido.

A dor e a incapacidade foram reduzidas continuamente no grupo que recebeu tratamento preventivo de quiropraxia. A publicação conclui sugerindo que os ajustes são eficazes para o tratamento da dor lombar. E para obter resultados a longo prazo, o estudo sugere a manutenção periódica com ajustes após a primeira fase do tratamento, que é mais intensiva.

Link para a publicação – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21245790

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